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SaquaClima

Glossário de climatização

40 termos técnicos de climatização e ar-condicionado explicados de forma direta, de A a Z. Cada termo tem um link próprio para você compartilhar.

A–F (termos de A a F) 17 termos

Aletas

Aletas são as lâminas finas de alumínio presas aos tubos da serpentina, na evaporadora e na condensadora.

Elas aumentam a área de contato com o ar e facilitam a troca de calor. Quando ficam amassadas ou cobertas de sujeira, o ar passa com dificuldade e o aparelho gasta mais energia para entregar o mesmo frio. Na limpeza, são lavadas com produto próprio e, se preciso, desamassadas com um pente específico.

Veja também: Serpentina, Condensadora, Higienização

Ar-condicionado de janela

Ar-condicionado de janela é o modelo compacto em que compressor, serpentinas e ventiladores ficam em uma única caixa, instalada numa abertura da parede ou da janela.

Costuma ter custo menor de compra e de instalação, mas é mais barulhento e, em geral, menos eficiente que o split. Já existem versões inverter, e a escolha depende do espaço disponível, do ruído aceitável e do orçamento.

Veja também: Split, Inverter, BTU

Bomba de dreno

Bomba de dreno é um pequeno motor que bombeia a água condensada pela evaporadora quando não existe caimento natural até o ponto de descarte.

É usada em evaporadoras instaladas longe de ralos ou em paredes sem saída para baixo, e é comum em modelos cassete. Precisa de limpeza periódica, porque o acúmulo de lodo pode travar a bomba e fazer a água vazar pelo aparelho.

Veja também: Dreno, Cassete, Evaporadora

BTU

BTU (British Thermal Unit) é a unidade que indica a capacidade de refrigeração de um ar-condicionado, ou seja, quanto calor ele consegue retirar do ambiente por hora (BTU/h).

Os modelos residenciais mais comuns vão de 9.000 a 24.000 BTU/h. A capacidade certa depende da área, da incidência de sol, do número de pessoas e dos equipamentos que geram calor. Aparelho pequeno demais não gela; grande demais liga e desliga sem parar.

Veja também: Split, Inverter, TR (tonelada de refrigeração)

Capacitor

Capacitor é o componente elétrico que ajuda a dar a partida e a manter o funcionamento do compressor e do motor do ventilador em muitos aparelhos convencionais.

Quando perde capacidade, o compressor tenta ligar e não parte, a condensadora faz um zumbido ou o ventilador gira devagar. A troca é relativamente simples, mas a peça nova precisa ter a capacitância (µF) e a tensão indicadas pelo fabricante.

Veja também: Compressor, Condensadora, Placa eletrônica

Carga de gás

Carga de gás é o preenchimento do circuito do ar-condicionado com fluido refrigerante, na quantidade indicada pelo fabricante.

Como o sistema é fechado, falta de gás significa vazamento, que deve ser localizado e corrigido antes da nova carga. Completar o gás sem consertar o vazamento só adia o problema. A carga correta é feita após o vácuo e conferida por pressão, temperatura e, de preferência, por peso.

Veja também: Fluido refrigerante, Vazamento de gás, Vácuo

Cassete

Ar-condicionado cassete é o modelo instalado no forro do teto, com saída de ar em até quatro direções.

Distribui o frio de forma uniforme e é indicado para lojas, escritórios, salões e ambientes amplos com forro rebaixado. A instalação exige espaço acima do forro, suportes adequados e, em geral, bomba de dreno. Por ficar embutido, ocupa pouco espaço visível e combina com projetos comerciais.

Veja também: Piso-teto, Bomba de dreno, Split

Ciclo de refrigeração

Ciclo de refrigeração é o processo que permite ao ar-condicionado levar o calor de dentro para fora do ambiente.

O compressor comprime o fluido refrigerante, a condensadora libera o calor para o exterior, a válvula de expansão reduz a pressão e a evaporadora absorve o calor do ar interno. O fluido circula continuamente nesse circuito fechado e não é consumido quando não há vazamento.

Veja também: Compressor, Condensadora, Evaporadora, Válvula de expansão

Código de erro

Código de erro é a combinação de letras e números que o ar-condicionado mostra no display, ou por piscadas de LED, quando detecta uma falha.

Cada fabricante tem a sua tabela: o mesmo código pode indicar sensor, comunicação entre as unidades, placa ou proteção do compressor em marcas diferentes. O código orienta o diagnóstico, mas a causa precisa ser confirmada com testes feitos pelo técnico.

Veja também: Placa eletrônica, Sensor de temperatura, Manutenção corretiva

Compressor

Compressor é o coração do ar-condicionado: o componente que bombeia e comprime o fluido refrigerante para que o ciclo de refrigeração aconteça.

Fica na unidade condensadora e é a peça que mais consome energia. Nos modelos convencionais, liga e desliga conforme a temperatura; nos inverter, varia a rotação. Superaquecimento, falta de gás e sujeira na condensadora encurtam a sua vida útil.

Veja também: Inverter, Condensadora, Ciclo de refrigeração

Condensadora

Condensadora é a unidade externa do ar-condicionado split, onde ficam o compressor, a serpentina externa e o ventilador.

Sua função é liberar do lado de fora o calor retirado do ambiente. Precisa de um local ventilado, sem obstruções na saída de ar e com acesso para manutenção. Instalada em lugar abafado ou soprando contra outra máquina, perde eficiência e aquece demais.

Veja também: Evaporadora, Compressor, Split

Desumidificação (modo Dry)

Desumidificação, ou modo Dry, é a função do ar-condicionado que retira umidade do ar com pouco resfriamento.

O aparelho trabalha com o ventilador em velocidade reduzida para condensar a água na evaporadora, que sai pelo dreno. Ajuda em dias úmidos e abafados, diminui a sensação de mofo e costuma consumir menos energia que o modo de refrigeração. Não substitui a limpeza nem resolve infiltrações.

Veja também: Dreno, Evaporadora, Inverter

Dreno

Dreno é a mangueira ou tubulação que leva para fora a água que se forma na evaporadora quando o ar é resfriado.

Precisa ter caimento contínuo, sem dobras nem trechos subindo, e terminar em ponto adequado, como um ralo ou uma área externa. Dreno entupido, mal inclinado ou desconectado é a causa mais comum de água pingando do aparelho dentro de casa.

Veja também: Bomba de dreno, Evaporadora, Desumidificação (modo Dry)

Etiqueta de eficiência energética

Etiqueta de eficiência energética (ENCE) é o selo do Inmetro afixado nos aparelhos vendidos no Brasil que classifica o consumo por faixas de letras, sendo A a mais eficiente.

Nos condicionadores de ar, a classificação é baseada no IDRS. A etiqueta também informa a capacidade em BTU/h e o consumo estimado de energia, o que permite comparar modelos diferentes antes da compra.

Veja também: IDRS, BTU, Inverter

Evaporadora

Evaporadora é a unidade interna do ar-condicionado split, instalada no ambiente que será climatizado.

Nela ficam o filtro, a serpentina interna, a turbina e a bandeja que recolhe a água do dreno. O ar do cômodo passa pela serpentina fria, perde calor e umidade e volta resfriado. É a parte que mais acumula poeira e fungos e, por isso, a que mais precisa de higienização.

Veja também: Condensadora, Serpentina, Turbina, Filtro de ar

Filtro de ar

Filtro de ar é a tela removível da evaporadora que retém poeira, pelos e partículas antes que o ar passe pela serpentina.

Em uso frequente, deve ser lavado a cada 15 a 30 dias com água corrente e sabão neutro e secar à sombra antes de voltar ao lugar. Filtro sujo reduz a vazão de ar, aumenta o consumo de energia e favorece o congelamento da serpentina.

Veja também: Higienização, Evaporadora, Serpentina

Fluido refrigerante

Fluido refrigerante, chamado popularmente de gás, é a substância que circula no ar-condicionado absorvendo calor na evaporadora e liberando-o na condensadora.

Cada aparelho é projetado para um fluido específico, como o R-32 ou o R-410A, e tipos diferentes não devem ser misturados. Em condições normais, o fluido não se gasta: se ele está faltando, existe vazamento no circuito.

Veja também: Gás R-32, Gás R-410A, Carga de gás

G–L (termos de G a L) 7 termos

Gás R-32

R-32 é um fluido refrigerante usado em muitos aparelhos split e inverter atuais.

Tem potencial de aquecimento global bem menor que o do R-410A e boa capacidade de troca de calor, o que permite trabalhar com menos carga de gás. É levemente inflamável (classe A2L), por isso a instalação e a manutenção exigem ferramentas compatíveis, ambiente ventilado e técnico treinado para esse fluido.

Veja também: Gás R-410A, Fluido refrigerante, Carga de gás

Gás R-410A

R-410A é um fluido refrigerante do tipo HFC que não agride a camada de ozônio e foi, por muitos anos, o padrão dos aparelhos split.

Trabalha com pressões mais altas que o antigo R-22, o que exige tubulação, manifold e ferramentas adequados. Vem perdendo espaço para o R-32, que tem menor impacto no aquecimento global. Não pode ser misturado com outros fluidos.

Veja também: Gás R-32, Fluido refrigerante, Tubulação de cobre

Higienização

Higienização é a limpeza completa do ar-condicionado, com remoção de poeira, fungos, bactérias e ácaros da serpentina, da turbina, da bandeja e do dreno.

É feita com produtos próprios e, conforme o caso, com desmontagem das peças ou lavagem com bolsa coletora. Vai além da lavagem do filtro, que o morador pode fazer sozinho, e melhora a qualidade do ar, a vazão e o consumo.

Veja também: Filtro de ar, Serpentina, Manutenção preventiva

IDRS

IDRS (Índice de Desempenho de Resfriamento Sazonal) é o indicador de eficiência usado pelo Inmetro para classificar os aparelhos de ar-condicionado.

Diferente do antigo coeficiente de eficiência energética (CEE), ele considera o funcionamento do aparelho em diferentes cargas e temperaturas ao longo do ano, o que favorece os modelos inverter. Quanto maior o IDRS, menos energia o aparelho gasta para resfriar.

Veja também: Etiqueta de eficiência energética, Inverter, Compressor

Infraestrutura para ar-condicionado

Infraestrutura para ar-condicionado é a preparação feita antes da instalação do aparelho: passagem da tubulação de cobre, do dreno e do cabo de interligação, além de um circuito elétrico exclusivo.

Costuma ser feita em obras ou reformas, embutida na parede, para evitar quebra-quebra depois. Precisa respeitar a capacidade do aparelho previsto, as distâncias máximas do fabricante e o caimento do dreno.

Veja também: Tubulação de cobre, Dreno, Isolamento térmico

Inverter

Inverter é a tecnologia que varia a rotação do compressor conforme a necessidade do ambiente, em vez de ligar e desligar o motor o tempo todo.

Depois de atingir a temperatura escolhida, o aparelho passa a trabalhar em baixa rotação, mantendo o conforto com menos oscilação e menos ruído. Em uso diário e prolongado, costuma gastar bem menos energia que um modelo convencional de mesma capacidade.

Veja também: Compressor, IDRS, BTU

Isolamento térmico

Isolamento térmico é o revestimento de espuma elastomérica que envolve a tubulação de cobre entre a evaporadora e a condensadora.

Evita que a tubulação troque calor com o ambiente e impede que a água condense na parte externa do tubo, o que causaria gotejamento e manchas na parede. Isolamento rasgado, ressecado ou exposto ao sol reduz a eficiência e deve ser substituído.

Veja também: Tubulação de cobre, Infraestrutura para ar-condicionado, Vazamento de gás

M–R (termos de M a R) 7 termos

Manutenção corretiva

Manutenção corretiva é o reparo feito depois que o ar-condicionado apresenta falha, como não gelar, vazar água, desarmar o disjuntor ou exibir código de erro.

Começa pelo diagnóstico da causa, que pode ser vazamento de gás, capacitor, placa, sensor ou dreno, e termina com o conserto ou a troca da peça e o teste de funcionamento. Costuma sair mais cara do que a manutenção preventiva.

Veja também: Manutenção preventiva, Código de erro, Vazamento de gás

Manutenção preventiva

Manutenção preventiva é o conjunto de limpezas e verificações periódicas feitas antes que o ar-condicionado apresente defeito.

Inclui higienização e checagem de pressões, correntes elétricas, dreno, conexões e isolamento. Em uso residencial, costuma ser recomendada ao menos uma vez por ano, com intervalos menores em uso intenso ou em ambientes com muita poeira. Reduz consumo, ruído e quebras inesperadas.

Veja também: Manutenção corretiva, Higienização, PMOC

Multi-split

Multi-split é o sistema em que uma única condensadora externa alimenta duas ou mais evaporadoras instaladas em ambientes diferentes.

Economiza espaço na fachada e reduz o número de máquinas externas, o que ajuda em apartamentos com área técnica pequena. Em contrapartida, se a condensadora parar, todos os ambientes ficam sem refrigeração, e o equipamento e a instalação costumam custar mais.

Veja também: Split, Condensadora, Evaporadora

Piso-teto

Piso-teto é o modelo de evaporadora que pode ser instalado no alto da parede, junto ao teto, ou na parte baixa, próximo ao piso.

Tem grande alcance de insuflamento e capacidades maiores que as do split hi-wall, por isso é comum em salões, lojas, igrejas e salas amplas. Ao contrário do cassete, não exige forro rebaixado, o que simplifica a instalação em imóveis prontos.

Veja também: Cassete, Split, TR (tonelada de refrigeração)

Placa eletrônica

Placa eletrônica é o circuito que controla o funcionamento do ar-condicionado: recebe os comandos do controle remoto, lê os sensores de temperatura e aciona compressor, ventiladores e aletas direcionadoras.

Nos modelos inverter, há também a placa que controla a rotação do compressor. Surtos elétricos, umidade e insetos são causas comuns de queima. Muitas vezes a placa pode ser reparada, e não apenas trocada.

Veja também: Código de erro, Inverter, Sensor de temperatura

PMOC

PMOC (Plano de Manutenção, Operação e Controle) é o documento que organiza a manutenção dos sistemas de climatização em ambientes de uso público e coletivo, como escritórios, lojas, clínicas e escolas.

Define as rotinas de limpeza, inspeção e troca de filtros de cada equipamento e registra os serviços realizados. Deve ter um responsável técnico habilitado, que acompanha a execução do plano.

Veja também: Manutenção preventiva, Higienização, Filtro de ar

Quente e frio (ciclo reverso)

Ar-condicionado quente e frio é o aparelho com ciclo reverso, capaz de refrigerar no calor e aquecer no frio.

Uma válvula inverte o sentido do fluido refrigerante e a evaporadora passa a liberar calor dentro do ambiente. Para aquecer, costuma ser mais econômico que aquecedores de resistência elétrica. Nos dias quentes, funciona exatamente como um aparelho só frio.

Veja também: Ciclo de refrigeração, Inverter, Evaporadora

S–Z (termos de S a Z) 9 termos

Sensor de temperatura

Sensor de temperatura, ou termistor, é a peça que mede a temperatura do ar e das serpentinas e envia a leitura para a placa eletrônica, que decide quando aumentar ou reduzir a refrigeração.

O ar-condicionado tem sensores na evaporadora e na condensadora. Um sensor com defeito pode fazer o aparelho desligar antes da hora, gelar sem parar ou exibir código de erro.

Veja também: Placa eletrônica, Código de erro, Serpentina

Serpentina

Serpentina é o conjunto de tubos de cobre dobrados, com aletas de alumínio, por onde passa o fluido refrigerante.

Na evaporadora, ela absorve o calor do ar do ambiente; na condensadora, libera esse calor para fora. Serpentina suja ou com aletas amassadas reduz a troca de calor, aumenta o consumo e acumula fungos, por isso é o item central da higienização.

Veja também: Aletas, Evaporadora, Higienização

Split

Split é o tipo de ar-condicionado dividido em duas unidades: a evaporadora, instalada dentro do ambiente, e a condensadora, instalada do lado de fora.

As duas são ligadas por tubulação de cobre e cabos elétricos. O modelo mais comum é o hi-wall, fixado no alto da parede. Por deixar o compressor e seu ruído do lado de fora, é bem mais silencioso que o ar de janela.

Veja também: Evaporadora, Condensadora, Multi-split

TR (tonelada de refrigeração)

TR, ou tonelada de refrigeração, é uma unidade de capacidade de refrigeração equivalente a 12.000 BTU/h, muito usada em projetos comerciais e em sistemas de maior porte.

Um equipamento de 5 TR, por exemplo, tem 60.000 BTU/h. O nome vem do calor necessário para derreter uma tonelada curta de gelo em 24 horas. Na prática, serve para dimensionar e comparar equipamentos grandes.

Veja também: BTU, Cassete, Piso-teto

Tubulação de cobre

Tubulação de cobre é o par de tubos que liga a evaporadora à condensadora e conduz o fluido refrigerante: a linha de líquido, mais fina, e a linha de sucção, mais grossa.

Os diâmetros e o comprimento máximo são definidos pelo fabricante para cada modelo. A tubulação precisa de conexões bem feitas, isolamento térmico e teste de estanqueidade e vácuo antes da carga de gás.

Veja também: Isolamento térmico, Vácuo, Infraestrutura para ar-condicionado

Turbina

Turbina é o ventilador cilíndrico da evaporadora que puxa o ar do ambiente, faz esse ar passar pela serpentina e o devolve resfriado.

Por ficar em contato constante com umidade, acumula lodo, fungos e poeira, o que reduz a vazão, causa mau cheiro e pode provocar ruído ou vibração. A limpeza da turbina faz parte de toda higienização completa.

Veja também: Evaporadora, Higienização, Filtro de ar

Vácuo

Vácuo é o procedimento que retira o ar e a umidade da tubulação e da evaporadora antes de liberar o fluido refrigerante, usando bomba de vácuo e vacuômetro.

A umidade que fica no circuito pode formar ácidos, congelar na válvula de expansão e danificar o compressor. É etapa obrigatória em uma instalação bem feita e depois de qualquer reparo que abra o circuito.

Veja também: Tubulação de cobre, Carga de gás, Compressor

Válvula de expansão

Válvula de expansão é o dispositivo que reduz a pressão e a temperatura do fluido refrigerante antes que ele entre na evaporadora.

Em muitos aparelhos inverter, ela é eletrônica e ajusta a vazão de acordo com a demanda; em modelos mais simples, a mesma função é feita por um tubo capilar. Obstruções causadas por sujeira ou umidade no circuito prejudicam o resfriamento.

Veja também: Ciclo de refrigeração, Evaporadora, Vácuo

Vazamento de gás

Vazamento de gás é a perda de fluido refrigerante por algum ponto do circuito, geralmente em conexões mal apertadas, soldas, porcas flange ou serpentinas corroídas.

Os sinais mais comuns são o ar que não gela, gelo na tubulação e aumento do consumo. O técnico localiza o ponto com espuma, detector eletrônico ou teste com nitrogênio, corrige o defeito e só então faz a nova carga.

Veja também: Carga de gás, Fluido refrigerante, Vácuo

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